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Falando com Deus: Salmo 1

Salmo 1

Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.

Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite.

Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará.

Não são assim os ímpios; mas são como a moinha que o vento espalha.

Por isso, os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos.

Porque o Senhor conhece o caminho dos justos; porém o caminho dos ímpios perecerá.


Saudades: Um maluco no pedaço

Um maluco no pedaço

Will e Tia Viv

Série em estilo sitcom que tornou Will Smith mundialmente conhecido representando o papel de Will Smith, um adolescente “maluquinho” que, após arrumar confusões em sua vizinhança é mandado pela mãe para a casa de seus tios (Phillip e Vivian), em Bel Air, para ficar longe de encrencas e receber uma boa educação.

O único problema (se podemos chamar assim) é que os tios de Will vivem em uma mansão, enquanto ele vem de um bairro pobre. Claro, há um grande choque cultural. E isso faz com que, através do humor, diversos tipos de questões que envolvem a sociedade americana (e até mesmo a nossa) sejam abordadas: preconceito social e racial, interesse financeiro, soberba, dentre outros.

Lá, juntamente com seus primos Carlton (um cara bobão e certinho), Asley (jovem sonhadora) e Hillary (fútil e cabeça de vento) Will faz o público morrer de rir com as situações em que se mete.

Seu amigo e parceiro Jazz (que é apaixonado por Hillary e sempre é expulso da mansão por Phillip), além do elegante e culto mordomo Jeffrey colaboram com as artimanhas.

Will e Jazz


Will aprende a conviver com o dinheiro e ensina a todos nada (nem o dinheiro) o fará desistir de ser “um maluco no pedaço”. Seus valores, suas crenças, sua educação independe de dinheiro.

Várias personalidades deram “o ar da graça” ao lado de Will Smith: Whoopi Golberg, Donald Trump, Naomi Camobell, Oprah Whinfrey, B. B. King, Chris Rock, Shaquile O’Neil, Queen Latifah, Boyz II man, Gary Coleman, Pat Morita, Vanessa Williams.


Essa série foi exibida de 1990 até 1996 e, até hoje, é reprisada nas madrugadas do SBT. Seu título original é The fresh Prince of Bel Air.

Will Smith (Will Smith)

 Vivan Banks (vivida por duas atrizes: Janet-Hubert-Whitten e Daphne Reid) 


 Asley Banks (Tatiana Ali)

 Carlton Banks (Alphonso Ribeiro)

Hillary Banks (Kerin Parsons)

Jazz (Jeffrey Townes)

Jeffrey (Joseph Marcell)

 Phillip Banks (James Avery)

Referências:




Relembre clip de abertura











Filme: VIPs



VIPs



Sorte a minha, pois se trata de um filme NACIONAL interessantíssimo, que é baseado na vida de Marcelo Nascimento da Rocha acusado de estelionato, que permaneceu preso por quatro anos e dez meses (ele foi posto em liberdade no último dia 12 de março).

Em VIPs, Marcelo é interpretado por Wagner Moura (precisa dizer mais alguma coisa?), e é um jovem que, mais por problemas psicológicos do que por interesse em dar golpes, assume diversas identidades (personalidades?). Marcelo realmente vive “seus personagens”: ele não finge para as pessoas, pois realmente crê que é quem ele diz ser.

Passando-se por piloto de avião, traficante famoso, filho de milionário e até chefe de facção criminosa, ele vai envolvendo-se em tramas das mais diversas. Envolvendo pessoas, criando situações, chegando até a colocar sua vida em risco algumas vezes.

A grande prova de que Marcelo não é golpista e sim doente (no filme) é o fato de ele montar um camarote no Carnaval e dar entrevista a Amauri Júnior (que interpreta ele mesmo) como filho do dono da Gol, sabendo que a entrevista será transmitida para todo o país.

Com participação de Roger Gobeth e Juliano Cazarré, VIPs (2011) é uma produção de Fernando Meirelles e Paulo Morelli, dirigido por Toniko Melo. É um filme um pouco “parado”, mas que vale a pena ser visto.

Referência:








Filme: Tiros em Columbine


Tiros em Columbine



Realmente, não foi “de graça” que esse material recebeu tantas premiações: 36 prêmios internacionais, inclusive o Oscar de Melhor Documentário no ano de 2003. Já havia assistido a algumas cenas pela internet, mas só agora pude fazer como eu gosto: comprar e assistir em casa (principalmente porque o achei por apenas R$ 9,99, nas Lojas Americanas).

Como quem não tem pretensão alguma, Moore inicia o documentário mostrando como é fácil o acesso a armamento nos Estados Unidos (determinado banco dá uma arma “de brinde” para quem abrir uma conta).

Ele vai se aprofundando ao longo do filme, mostrando tragédias que foram causadas por causa do acesso de jovens e crianças a armas de fogo e como é comum encontrar locais que vendam armas e munições para qualquer pessoa.

Aos poucos ele se centra no “massacre de Columbine” (organizado e executado por Dylan Keyblood e Eric Harris que, após matarem várias pessoas e ferirem outras, cometeram suicídio). Ele entrevista pessoas com diferentes pontos de vista sobre o excesso de armas nas sociedade e, mais precisamente, dentro das residências.

Traça um perfil comparativo dos Estados Unidos com o Canadá (e outros países) buscando desvendar o porquê de ambos os países terem livre acesso a armas, mas apenas nos Estados Unidos o índice de violência é excessivamente elevado.

Mostra que pessoas no Canadá chegam a dormir com suas portas abertas, são roubadas, mas não são assassinadas. O índice de “violência armada” no país não é proporcional ao seu “arsenal”.

Além das maravilhosas entrevistas e amostras de fatos reais, há uma animação satírica que se dispõe a “explicar” a causa de tanta hostilidade por parte dos norte americanos. Essa animação foi produzida pelos mesmos responsáveis de South Park (não gosto de South Park, portanto fiquei impressionada com o material que eles produziram). Questões como racismo, desigualdade social, violência excessiva, uso exagerado de armas de fogo, intolerância são abordados.

Michael Moore finaliza o documentário de forma bastante polêmica: primeiro, dirige-se com dois sobreviventes do “massacre de Columbine” (um que ficou paraplégico e outro que permanece com balas alojadas no corpo) à K-Mart (loja de departamentos que vendia armas e munições) para pedir que as munições deixem de ser vendidas tão livremente no local. Eles conseguem uma grande vitória.

Moore realiza, ainda, uma entrevista com um grande partidário do uso indiscriminado de armas. Entrevista essa que não termina bem porque o entrevista não gosta de ser questionado sobre suas “preferências” de defesa. Ao final, é deixada em um canto da casa onde a entrevista foi realizada uma foto de uma das mais recentes (na época) vítimas de arma de fogo dentro de uma escola.

Quem espera encontrar detalhes sobre “Columbine” não perca tempo. O filme vai muito mais além. “Columbine” aparece como um pano de fundo, mas as questões abordadas são muito mais profundas.


Tiros em Columbine nos faz refletir sobre muitas coisas com as quais nos defrontamos em nossa sociedade. Gera um excelente ponto de partida para a questionamentos acerca de como as sociedades em geral estão doentes, intolerantes e despreparadas para sequer pensar sobre o uso de armas em residências como uma forma de defesa.

Seriado: Ghost Whisperer



Ghost Whisperer


“My name is Melinda Gordon. I just got married. I just moved to a small town. I just opened an antique shop. I might be just like you. Except from the time I was a little girl I knew I could talk to the dead. Earthbound spirits my grandmother called them. The ones who have not crossed over because they have unfinished business with the living and they come to me for help. In order to tell you my story, I have to tell you theirs”.

Com essa espécie de bordão (falado pela personagem principal), uma trilha “tocante” e imagens intrigantes é iniciado cada episódio da série Ghost Whisperer, cujo nome no Brasil desconheço, mas que, se traduzida ao pé da letra, ficaria “Surros de fantasmas”.

Essa série, até onde sei, não foi exibida em canal aberto (mas deveria). Ela é formada por cinco temporadas sequenciais (digo sequenciais com relação ao enredo). Apesar de os episódios serem, de certa maneira, independentes, em cada um, há um “elemento” que faz ligação com a trama central que é a história de Melinda Gordon (personagem vivida por Jenifer Love Hewitt).

Como é dito na abertura, Melinda é uma jovem, recém-casada, que se muda para a pequena cidade de Greenville, onde conhece seu marido Jim Clancy (que trabalha como paramédico). Ela abre uma loja de antiguidades (“Como nunca fomos”) junto com a sua amiga Andrea e tem uma vida quase normal, já que, desde criança, sua avó lhe revelou que era possível falar com os mortos e ajudá-los a resolver problemas inacabados (um segredo não revelado, um perdão não dito, um “eu te amo” não falado, revelação de que foi assassinado ou inocentando alguém revelando que cometeu suicídio). Assim, Melinda segue sua vida normal e sua vida ajudando os mortos que “ficaram presos a esse mundo” a fazerem sua travessia em “direção à luz”.

O seu local de trabalho é bem propício para atrair “fantasmas” já que existem muitas coisas antigas, que trazem consigo muitas histórias de pessoas vivas e mortas. Mas, as aventuras de Melinda não ficam restritas à sua loja. Em alguns casos, ela tem até que sair da cidade. Só que seus poderes (dons?) não são vistos com bons olhos por todos. Alguns “espíritos maus” não estão contentes com o “trabalho” dela em levar as almas para “a luz”. Esses espíritos querem aprisionar almas nas trevas e tentam, de diversas maneiras, machucar Melinda e as pessoas ligadas a ela.

Os poderes de Melinda vão aumentando ao longo da série: no início, ela apenas vê e conversa com os mortos; com o tempo, ela passa a prever o futuro e a ter visões do passado.

Com a morte de Andrea (a aquém Melinda também ajuda a fazer a travessia) novos aliados passam a fazer parte da trama: Professor Rick Payne (cético, mas curioso), Eli (que entra com a saída e Payne - ele sofre um acidente e tem uma “quase morte”, ressuscitado pelos paramédicos, passa a ouvir os mortos e torna-se um grande auxílio para Melinda); Delia Banks (a nova sócia, também cética, mas passa por experiências que acabam com seu ceticismo). Além, é claro, de Jim que é um marido-companheiro, que apoia e entende as ausências de Melinda em prol dessa causa que ela considera importante. O amor deles é realmente algo lindo de se ver. Assim como o figurino de Melinda (cada vestido fantástico).

Nessa série, Melinda Gordon se redescobre, pois, além de aperfeiçoar “seus dons” ela descobre suas verdadeiras origens e os segredos a tanto escondidos em sua família. Sua ida para Greenville não foi obra do acaso. Lá foi o lugar onde sua vida começou e se transformou.

É considerada por muitos uma série espírita por ser baseada na obra de James Van Praagh (médium norte-americano). Não me darei ao luxo de travar aqui uma batalha de crenças religiosas, pois o objetivo é apenas falar sobre a série.

Ghost Whisperer, além de basear-se na obra de James Praagh, contou com o apoio e orientação de pessoas “entendidas no assunto” (espíritas, sensitivos, paranormais, médiuns). Foi um verdadeiro workshop para a montagem dos episódios. Os extras do DVD trazem entrevistas muito interessantes e revelam coisas além dos bastidores.

Uma outra coisa muito interessante é que o DVD traz uma espécie de “série dentro da série”: uma webserie chamada The other side (bastante interessante, no mesmo estilo da "série titular”).

Ghost Whisperer estreou em 2005 e foi cancelada em 2010. Por isso seu final deixou tanto a desejar. Ela vinha em um ritmo bom e foi cortada porque tinha que acabar. As coisas foram explicadas, mas, mesmo assim, para o “fôlego” que a série tinha, achei que seu final foi decepcionante.

Os atores principais dessa série são: Jenifer Love Hewitt (Melinda Gordon), David Conrad (Jim Clancy), Jamie Kenedy (Eli James), Aisha Tyler (Andrea Marino), Camryn Manhein (Delia Banks) e Jay Mohr (Professor Rick Payne). 


"Can you see us????!!!!!"



















Saúde: Tal e qual

Tal e qual forno & fogão


É um adoçante em pó com a consistência de açúcar. Diferente dos adoçantes em pó que vêm em saquinhos, ele vem em um "pote" com a quantidade equivalente a um quilo de açúcar. Solução para quem é diabético e não quer deixar de comer coisas gostosas como caldas, bolos caseiros e doces em geral. 

No entanto, nada impede que seja usado como os adoçantes tradicionais, só que não dá para levar na bolsa. É de uso caseiro.

Trata-se de um produto sem lactose que apresenta 87% menos calorias que o açúcar. É da Assugrim. Na embalagem, além de receitas saborosas, é apresentada a maneira carreta de utilizar o produto: uma colher de sopa de Tal e qual equivale a uma colher de sopa de açúcar só que com apenas 8 calorias (no lugar de 60).

Há, na verdade, toda uma linha desse produto. Informações mais precisas e receitas diversas podem ser encontradas no site http://www.clubetalequal.com.br/Produtos/.

Já havia comprado há muito tempo, mas só usei agora. Amei. Fiz mugunzá que ficou muito bom. Não trava como alguns adoçantes. Nem é muito doce como outros. O único lugar em que vi vendendo foi no Bom Preço, mas tenho certeza que deve haver em outros lugares.





Filosofando com Will Smith 1

Filosofando com Will Smith


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